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XI Encontro de Diretores e Docentes de Biblioteconomia e CI do Mercosul

quinta-feira, 25 de agosto de 2016 0 comentários



O XI Encontro de Diretores e o X de Docentes de Biblioteconomia e Ciência da Informação do Mercosul acontecerá em Belo Horizonte, nos dias 18 a 20 de setembro de 2016. O evento tem como objetivo formar uma rede acadêmica em Biblioteconomia e Ciência da Informação para consolidar a integração e participação regional de ensino superior.



Biblioteca Nacional 205 anos e sua história!

sábado, 7 de novembro de 2015 0 comentários

As duas salas da  Secção de Estampas – Exposição Permanente de Iconographia  no edifício sede anterior da Biblioteca Nacional, no largo da Lapa n. 48 – hoje, rua do Passeio. Fotografia de Antonio Luiz Ferreira.


Luiz Ferreira. Secção de Estampas, Biblioteca Nacional, c. 1902. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN – As duas salas da Secção de Estampas – Exposição Permanente de Iconographia no edifício sede anterior da Biblioteca Nacional, no largo da Lapa n. 48 – hoje, rua do Passeio.

…a toda biblioteca bem organizada”. Assim o bibliotecário João de Saldanha da Gama (desde 1822, designava-se assim a autoridade maior da Biblioteca Nacional) qualificou a antiga Seção de Estampas da instituição, em seu prefácio ao Catálogo da Exposição Permanente dos Cimélios da Biblioteca Nacional, publicado sob a sua direção em 1885.
Nesse catálogo, a parte referente às estampas ficou a cargo de José Zephyrino de Menezes Brum, chefe daquela seção desde 1876, quando foi posto em execução um plano de reforma da instituição a partir do qual “a Seção de Estampas […] começa a ter existência e história próprias […].”
Estamos no ano de 1885 e a Biblioteca Nacional já estava instalada no endereço da rua do Passeio desde 1858, quando se concluiu a mudança,“sem estrago nem perda”, desde seu primeiro endereço, no edifício do antigo Hospital do Carmo. Em 1881, abrira-se a grandiosa e inesquecível Exposição de História do Brasil, produzida sob a batuta do dirigente anterior, o barão de Ramiz Galvão e o pensamento curatorial de outro barão, Homem de Mello.

A visibilidade dos Periódicos do Brasil

terça-feira, 9 de dezembro de 2014 0 comentários
Os periódicos de qualidade do Brasil, especialmente os indexados e publicados pelo SciELO, vêm adquirindo notável e crescente visibilidade e credibilidade internacional.

A conquista mais recente e importante é a operação do SciELO Citation Index (SciELO CI) na plataforma Web of Science (WoS) iniciada em janeiro de 2014 e que disponibiliza o conjunto dos periódicos para as principais comunidades de pesquisa de todo o mundo. O SciELO CI faz uso de todas as facilidades da WoS, pode ser acessado sozinho ou no conjunto das bases de dados. A contagem das citações domésticas recebida dos periódicos SciELO e estrangeiras dos periódicos WoS torna o SciELO CI um índice internacional amplo e de qualidade. A partir de 2015 o SciELO publicará o desempenho dos periódicos por áreas temáticas com base nas citações do SciELO CI, o que permitirá identificar e equilibrar na coleção os periódicos que comunicam pesquisas de escopo nacional e internacional.

Os periódicos do Brasil indexados no WoS e no Scopus apresentam desempenho destacado em comparação com os dos países BRICS e dos demais países da América Latina. Em ambos os índices os periódicos SciELO apresentam desempenho superior ao conjunto dos periódicos do Brasil, o que reafirma tanto o controle de qualidade do SciELO quanto a contribuição do acesso aberto. No JCR edição 2014, a mediana da distribuição do Fator de Impacto dos periódicos do Brasil é 0,554, dos SciELO é 0,631 e dos não SciELO é 0,346. No Scimago/Scopus 2014, a mediana é 0,255 para todos os periódicos do Brasil, sobe para 0,365 para os SciELO e baixa para 0,200 para os não SciELO.

Brasil tem uma biblioteca pública para cada 33 mil habitantes

domingo, 2 de novembro de 2014 0 comentários
Brasil tem uma biblioteca pública para cada 33 mil habitantes

O Brasil tem uma biblioteca pública para cada 33 mil habitantes, em média. São 6.148 no país. É o que mostra levantamento feito pelo G1 com base nos dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, do Ministério da Cultura, atualizados neste segundo semestre.

O índice é o mesmo de cinco anos atrás. Apesar de terem sido criados mais espaços no período, o aumento da oferta não foi maior que a taxa de crescimento da população.
A meta do governo de zerar o número de municípios sem bibliotecas também não foi alcançada ainda. Hoje, 115 cidades ainda não contam com o equipamento de cultura. Em 2009, eram 361.

A presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), Regina Céli de Sousa, diz que os dados não refletem a realidade, ainda mais crítica. “Há casos em que a biblioteca é listada no sistema, mas ela está fechada.” O conselho diz que não estão em funcionamento várias das bibliotecas listadas no site do governo federal.

IV Conferência Internacional sobre Bibliotecas e Repositórios Digitais BIREDIAL-Istec

segunda-feira, 8 de setembro de 2014 0 comentários
IV Conferência BIREDIAL-Istec
15 a 17 de outubro de 2014
Hotel Embaixador, Porto Alegre, Brasil

A “Conferência Internacional Acesso Aberto, Preservação Digital, Interoperabilidade, Visibilidade e Dados Científicos” se realizará de 15 a 17 de outubro de 2014, no Hotel Embaixador, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil organizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS com a colaboração do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e do LibLink do consórcio Ibero-americano para a Educação em Ciência e tecnologia (ISTEC),
Este, que é o quarto encontro de duas conferências internacionais: IV Conferência Internacional sobre Bibliotecas e Repositórios Digitais (BIREDIAL 2014) e IX Simpósio Internacional de Bibliotecas Digitais (SIBD 2014), se propõe a ser um espaço de apresentação e compartilhamento de experiências referentes a acesso aberto, preservação de documentos digitais em repositórios institucionais e de dados científicos.

Temas:
Acesso Aberto: Legislação, impacto e visibilidade, modelos sustentáveis para publicações, políticas, acesso aberto e educação superior, métricas de impacto, novas tecnologias e ferramentas.
Preservação: Políticas e planos de preservação, ferramentas para preservação estratégias e implementação, curadoria de conteúdos, futuro e tendências da preservação.
Repositórios de dados primários/Data sharing: Grandes volumes de dados (Big Data), formatos de dados e metadados, reprodutibilidade e infraestrutura, aplicações para conjuntos de dados em acesso aberto.
Tecnologia e Metodologia: Interoperabilidade, metadados, avanços tecnológicos, redes.
Interoperabilidade: Interoperabilidade, políticas e padrões de metadatos, redes, novas tecnologias e ferramentas, qualidade e normalização de metadados.
Visibilidade: métricas de impacto e visibilidade dos documentos em aceeso aberto, Divulgação, sensibilização dos usuários, capacitação.

Dirigido a:
Bibliotecários, Analistas de sistemas, Engenheiros, Designers, Estáticos e Comunicadores.
Comunidades científicas, Observatórios, Open Data Centers e outros.
Vice-reitores académicos.
Pesquisadores e editores de publicações científicas.
Estudantes de diversas especialidades.
Instituições de educação superior e centros de pesquisa.

http://biredial.ucr.ac.cr/index.php/Biredial-ISTEC_2014/2014

Biblioteca Nacional Digital bate marca de 740 mil documentos históricos na internet.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014 0 comentários
Coleção inclui primeira edição do livro Os Lusíadas, de 152, de Camões, a Bíblia de Moguncia, de 1462, e a carta de D. João que abre os portos brasileiros, de 1808.
A carta de D. João que abre os portos brasileiros em 1808: um dos documentos disponíveis para consulta na Biblioteca Nacional Digital

A Biblioteca Nacional, principal arquivo histórico do país, ultrapassou em 2014 a marca de 740 mil documentos digitalizados, entre eles a primeira edição do livro Os Lusíadas, de 1572, de Camões, a Bíblia de Moguncia, de 1462, e a carta de D. João que abre os portos brasileiros, de 1808.

O acervo começou a ser dispobibilizado na internet em 2006, mas o trabalho de digitalização começou em 2001. Atualmente, a média de acessos bate os 300 mil por mês. A coleção da Biblioteca Nacional, que pode ser acessada em cópias em alta resolução no site, é considerada Memória do Mundo pela UNESCO.

Por que os alunos abandonam as bibliotecas conforme crescem?

terça-feira, 15 de julho de 2014 0 comentários
Levantamento do Todos pela Educação mostra que porcentual de alunos que nunca ou quase nunca utiliza a biblioteca escolar salta de 18,5% para 35,1% do 5.º para o 9.º ano do ensino fundamental.

   O hábito da leitura é um prazer a ser descoberto e conquistado – e não há melhor fase para adquiri-lo do que a infância e a adolescência. Parte das crianças tem o privilégio de ter pais leitores, livros em casa e muito estímulo. Mas, infelizmente, essa não é realidade de todas. Por isso as bibliotecas escolares e comunitárias são tão importantes.
   Apesar da importância, nem todas as escolas conseguem fazer um bom uso desse equipamento – que não é apenas uma sala com livros e deve dialogar com o projeto pedagógico da instituição. Levantamento feito pelo movimento Todos pela Educação para o Observatório do Plano Nacional de Educação (PNE), com dados da Prova Brasil 2011, mostram que o porcentual de alunos da rede pública que nunca ou quase nunca utiliza a biblioteca de sua escola salta de 18,5% para 35,1% do 5.º para o 9.º ano do ensino fundamental no País. Em contrapartida, o número de estudantes que sempre ou quase sempre usa a biblioteca despenca de 57,4% para 29,9%, entre as mesmas séries.

Curiosidade!

sábado, 24 de maio de 2014 0 comentários

Fiquemos com a resposta da maior autoridade no mundo, a Unesco. Para o setor da ONU que cuida de educação e cultura, só há leitura onde: 1) ler é uma tradição nacional, 2) o hábito de ler vem de casa e 3) são formados novos leitores. O problema é antigo: muitos brasileiros foram do analfabetismo à TV sem passar na biblioteca. Para piorar, especialistas culpam a escola pela falta de leitores.


"Os professores costumam indicar livros clássicos do século 19, maravilhosos, mas que não são adequados a um jovem de 15 anos", diz Zoara Failla, do Instituto Pró-Livro. "Apresentado só a obras que considera chatas, ele não busca mais o livro depois que sai do colégio." Muitos educadores defendem que o Brasil poderia adotar o esquema anglo-saxão, em que os clássicos são um pouco mais próximos, dos anos 50 e 60, e há menos livros, que são analisados a fundo. Mas aí teria de mudar o vestibular, é isso já é outra história. 

- Superinteressante

'Metas do PNC para a área de bibliotecas'

domingo, 4 de maio de 2014 0 comentários
O Plano Nacional de Cultura (PNC) é um conjunto de princípios, objetivos, diretrizes, estratégias e metas que devem orientar o poder público na formulação de políticas culturais. Previsto no artigo 215 da Constituição Federal, o Plano foi criado pela Lei n° 12.343, de 2 de dezembro de 2010, e tem duração de 10 anos, ou seja, ele é válido até 2 de dezembro de 2020.
A seguir listamos as principais metas relacionadas às ações do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. Para acompanhar o status de execução de cada uma das metas, basta clicar no link abaixo de cada uma das metas.

Meta 18 – Aumento em 100% no total de pessoas qualificadas anualmente em cursos, oficinas, fóruns e seminários com conteúdo de gestão cultural, linguagens artísticas, patrimônio cultural e demais áreas da cultura. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 19 – Aumento em 100% no total de pessoas beneficiadas anualmente por ações de fomento à pesquisa, formação, produção e difusão do conhecimento. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 20 – Média anual de 4 livros lidos fora do aprendizado formal por cada brasileiro. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 22 – Aumento em 30% no número de municípios brasileiros com grupos em atividade nas áreas de teatro, dança, circo, música, artes visuais, literatura e artesanato. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 25 – Aumento em 70% nas atividades de difusão cultural em intercâmbio nacional e internacional. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 29 – 100% de bibliotecas públicas, museus, cinemas, teatros, arquivos públicos e centros culturais atendendo aos requisitos legais de acessibilidade e desenvolvendo ações de promoção da fruição cultural por parte das pessoas com deficiência. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 32 –  100% dos municípios brasileiros com ao menos uma biblioteca pública em funcionamento. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 34 – 50% de bibliotecas públicas e museus modernizados.  Clique aqui para obter mais informações.

Meta 35 – Gestores capacitados em 100% das instituições e equipamentos culturais apoiados pelo Ministério da Cultura. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 41 –  100% de bibliotecas públicas e 70% de museus e arquivos disponibilizando informações sobre seu acervo no Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC). Clique aqui para obter mais informações.

Meta 42 - política para acesso a equipamentos tecnológicos sem similares nacionais formulada. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 43 - 100% das Unidades da Federação (UFs) com um núcleo de produção digital audiovisual e um núcleo de arte, tecnologia e inovação. Clique aqui para obter mais informações.

Meta 45 - 450 grupos, comunidades ou coletivos beneficiados com ações de Comunicação para a Cultura. Clique aqui para obter mais informações.

Instituto Ecofuturo relança campanha Eu Quero Minha Biblioteca, em defesa da biblioteca dentro da escola

domingo, 27 de abril de 2014 0 comentários
Divulgue o projeto 'Eu quero minha biblioteca
Dados do Censo Escolar mostram que 66,3% da escolas brasileiras, públicas e privadas, não tinham, em 2011, biblioteca. O levantamento, que considerou todos os tipos de ensino, incluindo educação profissionalizante e especial, também revelou que as instituições que atendiam crianças na educação infantil (antiga pré-escola) e no ensino fundamental (1.º ao 9.º ano) eram as que tinham menos bibliotecas. Naquele ano, apenas 26,7% das escolas de educação infantil e 35,7% das de ensino fundamental possuíam tal equipamento.

Os números, compilados pelo Movimento Todos Pela Educação na época em que foram divulgados, estão um pouco desatualizados, mas dão a dimensão do problema. Em 2011, pouco mais de 1/4 das escolas do Brasil que atendiam crianças de até 6 anos tinham biblioteca. No ensino fundamental, a situação é um pouquinho melhor, mas também dramática. Justamente no período em que as crianças estão abertas para a leitura, elas têm pouco acesso aos livros e às atividades que hoje as boas bibliotecas proporcionam. E crianças e adolescentes que não leem dificilmente se transformam em adultos leitores. Pesquisa divulgada pelo Instituto Pró-Livro em 2011 apontava que, entre os 190,7 milhões de habitantes do Brasil (IBGE), apenas 71,9 milhões eram considerados leitores, isto é, tinham lido nos últimos três meses um livro inteiro ou apenas fragmentos dele.

"Bibliotecas prometidas"

quinta-feira, 6 de março de 2014 0 comentários
   Por Luiz Carlos Amorim
Muitas promessas, leis até, já foram feitas, para que uma biblioteca em cada escola brasileira seja realidade, mas a verdade é que essa esperança de alunos e professores nunca se concretizou. Volta e meia, desde o governo Lula e quase que de ano em ano, o governo anuncia que vai zerar o déficit de bibliotecas nas escolas, que não haverá no Brasil escola sem biblioteca.
Na verdade, parece que não há muito interesse do poder público em investir em bibliotecas escolares e públicas,  o que diminui o acesso à leitura da população que não tem recursos para adquirir livros. Um estudo feito pouco antes de iniciarem as aulas prova isso: em cada três escolas, duas não têm biblioteca, laboratório nem sala de informática.

Conforme divulgado pela mídia, a infraestrutura de mais de cento e cinquenta e sete mil escolas públicas foi avaliada, recentemente, por um estudo do Movimento Todos pela Educação: 62% das escolas municipais têm apenas os serviços essenciais como água, energia e saneamento. Apenas 34% das escolas analisadas têm infraestrutura avançada – com laboratórios, bibliotecas, áreas de lazer e acesso à internet.

Bibliotecas Universitárias e o acesso público à informação: articulando leis, tecnologias, práticas e gestão

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014 0 comentários


O Sistema de Bibliotecas da Universidade (SB/UFMG) e os demais parceiros já estão atuando na organização do SNBU 2014 para que esse importante evento continue a proporcionar a troca de experiências entre as bibliotecas universitárias e a geração de conhecimento.

Além de trocar experiências, os participantes do SNBU poderão desfrutar da riqueza que Belo Horizonte apresenta na arquitetura, cultura e gastronomia; elementos importantes na história de Minas Gerais e do Brasil.

O Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU) surgiu em 1978, há mais de três décadas, e vem sendo consolidado como referencial em sua área. Através de debates e discussões, possibilita o intercâmbio de conhecimento e aproxima profissionais dos diversos estados do Brasil.

Conhecido como um dos maiores fóruns de reflexão sobre Biblioteconomia e Ciência da Informação, o SNBU acontece a cada dois anos e já discutiu temas variados como integração, gerenciamento das bibliotecas, relação dos usuários com os serviços e mecanismos de administração.

A XVIII edição é de responsabilidade da Universidade Federal de Minas Gerais, que manterá a tradição do evento de ser um espaço aberto para troca de ideias e acúmulo de experiências. Por meio dessas interações entre diferentes saberes, a gestão das bibliotecas universitárias é enriquecida e transformada de maneira positiva.

Fonte: SNBU

'Isenção postal para livros enviados a bibliotecas'

sábado, 30 de novembro de 2013 0 comentários
   A Comissão de Educação aprovou o projeto de lei de autoria de Clésio Andrade (PMDB-MG) que prevê isenção de tarifas postais para a remessa de livros e outros materiais às bibliotecas ­públicas.
  Pela proposta (PLS 369/2012), a dispensa das tarifas postais valerá para bibliotecas previamente cadastradas.
   Clésio argumenta que, além de serem em quantidade insuficiente, as bibliotecas estão mal distribuídas no território nacional e têm acervos limitados, tanto do ponto de vista quantitativo quanto qualitativo.
   De acordo com o senador, a isenção das tarifas postais pode estimular pessoas e empresas a fazerem doações para mitigar a ­insuficiência dos acervos.
   O relator da proposta, Inácio Arruda (PCdoB-CE), destacou que a isenção aumentará o acesso ao ­conhecimento e à cultura.
   Uma vez transformado em lei, o projeto beneficiará bibliotecas municipais, estaduais e federais. O texto, que altera a lei que trata dos serviços postais (Lei 6.538/1978),  seguirá agora para exame na Comissão de Assuntos ­Econômicos (CAE).

O ENCONTRO LATINO AMERICANO DE BIBLIOTECÁRIOS, ARQUIVISTAS E MUSEÓLOGOS (EBAM)

domingo, 25 de agosto de 2013 0 comentários
   
 O ENCONTRO LATINO AMERICANO DE BIBLIOTECÁRIOS, ARQUIVISTAS E MUSEÓLOGOS (EBAM) foi fundado em setembro de 2009, conjuntamente pela Biblioteca e Arquivo Histórico do Honorável Congresso Nacional (atual Assembléia Legislativa Plurinacional) da Bolívia e pelo Grupo de Estudos Sociais em Biblioteconomia e Documentação - GESBI - (Argentina). O II EBAM, ocorreu durante os dias 9 ao 11 de setembro de 2010, em Lima (Peru), e o III EBAM ocorreu durante os dias 14 a 16 de setembro 2011, em La Paz (Bolívia).

   O V EBAM a ser realizado em São Luís do Maranhão no Brasil, pretende continuar a reforçar a consciência social sobre aspectos relacionados ao bem-estar social do povo que necessitam de informação e de leitura, resgatando seus valores culturais a cada dia, reforçando a sua história e a fundação das novas gerações. Bibliotecários, arquivistas e museólogos devem trabalhar - hoje, amanhã e sempre - para construir projetos integrados com propostas alternativas que busque de forma eqüitativa, inclusiva e solidária soluções para os problemas das bibliotecas dos museus e arquivos, transformando esses espaços em verdadeiros centros de informação a serviço da construção de sociedades democráticas. É necessário que cada país desenvolva políticas claras e específicas sobre os três aspectos que tornam o estado de bem-estar uma realidade para todos, indistintamente, por esta razão o investimento em políticas de Educação, Trabalho, Saúde, Geração de renda, assim como políticas culturais deve ser um horizonte a ser perseguido por todos os cidadãos e cidadãs. Bibliotecários, arquivistas e museólogos devem ser parte deste projeto tendo a clareza que a informação é a base de conhecimento e qualquer projeto de transformação. 
    Para tanto esses profissionais devem se engajar em projetos que busque integrar as três áreas e que vise a formação de novas mentalidades e que este projetos contemple a sociedade em todas as dimensões contribuindo para a formação de uma sociedade capaz de construir uma visão crítica, e assim ter liberdade de produzir inovações e interferir nos destinos de cada nação.

"REVOLUÇÃO BRASILEIRA - O GIGANTE ACORDOU!"

terça-feira, 25 de junho de 2013 0 comentários


REVOLUÇÃO BRASILEIRA - O GIGANTE ACORDOU: Opinião
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Por Cinthia Rodrigues
Nos últimos dias as ruas do Brasil se tornaram uma arena, onde milhares de brasileiros cansados de tanta corrupção e da falta de qualidade de vida se revoltaram, pacificamente ou não, na luta por um transporte público de qualidade, melhoria na educação e saúde, além da transparência no serviço público, ou seja, contra a PEC-37.

Pronta para votação na CE proposta que obriga escolas a terem bibliotecas

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013 0 comentários
   Está pronta para entrar na pauta da Comissão de Educação (CE) proposta que obriga toda escola pública de ensino básico a manter biblioteca, com profissional capacitado a atender os alunos. O PLC 28/2012, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), acrescenta dois artigos à Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996) na parte que trata das diretrizes dos conteúdos curriculares da educação básica.