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Curiosidade!

sábado, 24 de maio de 2014 0 comentários

Fiquemos com a resposta da maior autoridade no mundo, a Unesco. Para o setor da ONU que cuida de educação e cultura, só há leitura onde: 1) ler é uma tradição nacional, 2) o hábito de ler vem de casa e 3) são formados novos leitores. O problema é antigo: muitos brasileiros foram do analfabetismo à TV sem passar na biblioteca. Para piorar, especialistas culpam a escola pela falta de leitores.


"Os professores costumam indicar livros clássicos do século 19, maravilhosos, mas que não são adequados a um jovem de 15 anos", diz Zoara Failla, do Instituto Pró-Livro. "Apresentado só a obras que considera chatas, ele não busca mais o livro depois que sai do colégio." Muitos educadores defendem que o Brasil poderia adotar o esquema anglo-saxão, em que os clássicos são um pouco mais próximos, dos anos 50 e 60, e há menos livros, que são analisados a fundo. Mas aí teria de mudar o vestibular, é isso já é outra história. 

- Superinteressante

Envio de livros para bibliotecas públicas pode ficar isento de tarifa postal

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013 0 comentários

Envio de livros para bibliotecas públicas pode ficar isento de tarifa postal

   Doar livros para bibliotecas públicas pode ficar mais fácil. Tramita na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) projeto de lei que prevê isenção das tarifas postais para esse tipo de encomenda. A proposta (PLS 369/2012) foi apresentada pelo senador Clésio Andrade (PMDB-MG) em outubro do ano passado.
   De acordo com o projeto, para ficar isento das tarifas, o doador deverá, no ato da postagem, indicar, entre instituições previamente cadastradas, aquela a que o material se destina. A encomenda deverá consistir exclusivamente de livros e outros materiais de consulta e poderá ser encaminhada a bibliotecas públicas federais, estaduais, distritais ou municipais.

Pronta para votação na CE proposta que obriga escolas a terem bibliotecas

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013 0 comentários
   Está pronta para entrar na pauta da Comissão de Educação (CE) proposta que obriga toda escola pública de ensino básico a manter biblioteca, com profissional capacitado a atender os alunos. O PLC 28/2012, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), acrescenta dois artigos à Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996) na parte que trata das diretrizes dos conteúdos curriculares da educação básica.



Biblioterapia poderá ser aplicada em hospitais do SUS

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   A Câmara analisa proposta que estabelece o uso da biblioterapia, ou seja, a terapia por meio da leitura, nos hospitais públicos e naqueles contratados ou conveniados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida está prevista no Projeto de Lei 4186/12, do deputado Giovani Cherini (PDT-RS).

FNDE abre inscrições para programa Biblioteca da Escola

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012 0 comentários

Ao todo, serão 10,5 milhões de obras.

   O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, FNDE, anunciou ontem (13/12) a abertura das inscrições para os editores interessados em apresentar suas obras de literatura para participar da edição de 2014 do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE 2014). As pré-inscrições devem ser feitas até o dia 13 de fevereiro de 2013. O site do FNDE informa que serão selecionados 100 títulos para educação infantil, 100 para os anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) e 50 para a educação de jovens e adultos (ensino fundamental e médio). O FNDE prevê a compra de 10,5 milhões de obras, entre crônicas, novelas, romances, bibliografias, entre outros. A pré-inscrição das obras deve ser feita no Sistema de Material Didático do FNDE (Simad), e os livros deverão ser entregues para avaliação entre os dias 25 e 28 de fevereiro de 2013.

Porque as bibliotecas na Colômbia funcionam?

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012 1 Comentário



Por que as bibliotecas na Colômbia funcionam, e no Brasil elas servem apenas para guardar livros?

   Compartilhei o vídeo, pois, achei interessante o fato de ver um país - vizinho da América do sul, de estar muito a frente no padrão de cultura e educação de leitores do que no Brasil.

Fonte: http://divulgabiblio.blogspot.com.br/2012/12/nova-escola-i-porque-as-bibliotecas-na.html
Fonte Original: Nova escola

'O Brasil não tem um sistema de bibliotecas diz líder da FNLIJ'

segunda-feira, 5 de novembro de 2012 0 comentários
Secretária-geral da entidade é cética sobre criação de bibliotecas em escolas dentro de prazo

BOGOTÁ — A secretária-geral da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), Elizabeth Serra, se diz cética em relação ao cumprimento da lei brasileira que obriga todas as escolas a ter bibliotecas até 2020. E afirma que só a medida não basta.

Quais projetos colombianos de incentivo à leitura podem servir de inspiração para o Brasil?
    O Brasil ainda não tem um sistema nem de biblioteca pública nem de biblioteca escolar. Por isso é que veio a lei. Mas, sozinha, ela não vai fazer nada. Temos que nos mobilizar. As crianças têm que aprender a usar a biblioteca na escola. No Brasil, nós temos salas de leitura e raríssimas bibliotecas nas escolas.

Mobilize-se, Eu Quero Minha Biblioteca!!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012 0 comentários









CAMPANHA PELA EFETIVIDADE DA LEI 12.244./2010
   A efetividade da Lei 12.244/10 será o resultado de um amplo trabalho de cooperação: governo, educadores, dirigentes de educação, iniciativa privada, organizações não governamentais, entre outros, atuando, juntos, de forma cooperada na disseminação de informações para viabilizar bibliotecas em escolas que ofereçam atendimento de excelência.

A biblioteconomia e o sistema prisional alagoano: intermédio para ressocialização de apenados.

sábado, 6 de outubro de 2012 0 comentários



   Para uma aprendizagem baseada no questionamento, usar a biblioteca e seus recursos, não é uma atividade adicional, esporádica, e sim o próprio cerne do projeto pedagógico. O questionamento é uma forma de aprender e os recursos na biblioteca e o processo de pesquisa são componentes essenciais neste processo” Carol C. Kuhlthau.   


ESCOLAS investem no incentivo à leitura.

quarta-feira, 25 de julho de 2012 0 comentários

Foto: Acesspiaui
   Estimular o hábito de ler em todos os envolvidos na comunidade escolar. Parece um desafio difícil de ser vencido, mas está dando certo na Unidade Escolar Severiano Sousa, localizada na zona norte de Teresina, por meio do projeto Lendo e Criando. Criado e coordenado pela professora Maria do Amparo Viana Paz, as atividades são desenvolvidas com alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio.

A biblioteca Professora Osmarina Andrade Silva Sousa tornou-se um dos espaços preferidos de boa parte dos 560 estudantes da escola. No local, acontecem ações criativas de incentivo à leitura e de formação de leitores. Além de empréstimos de livros, gibis, jornais e revistas, a biblioteca é o cenário onde histórias são contadas com a ajuda de livros, músicas e de outros objetos lúdicos.

Com mais de 2.500 livros, biblioteca móvel do SESC atende público durante a Feira do Mirante

quinta-feira, 18 de agosto de 2011 0 comentários


Com acervo de mais de 2.500 livros, dentre romances, contos, revistas, gibis, jornais e demais periódicos, o projeto BiblioSESC – a biblioteca móvel do SESC atendeu ao público durante a Feira do Mirante.
O evento promovido pela Prefeitura de Teresina e Sistema Integrado de Comunicação Meio Norte, foi realizado dias 13 e 14 de agosto, num dos mais belos cartões postais de Teresina, a Ponte Estaiada, zona Leste da cidade.


O BiblioSESC proporcionou um espaço de cultura e recreação para as crianças.  “O projeto BiblioSESC tem a finalidade de incentivar a prática da leitura e do conhecimento da língua portuguesa”, enfatiza a colaborada do SESC, que atendeu as crianças durante o evento. O projeto BiblioSESC percorre os bairros de Teresina, oferecendo leitura gratuita e empréstimos de livros e revistas para alunos das escolas de rede pública de ensino.

PI - Biblioteca pública facilita a aprovação em vestibulares

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 0 comentários
"Em toda boa família", pais esforçam-se no trabalho diário para sustento de seus filhos, tomando como prioridade a educação. Em muitos casos, pagam caro nos melhores colégios. O karma é: estuda-se até o ensino médio em escolas particulares para que se tenha maior possibilidade de aprovação em vestibulares de faculdades públicas – as melhores do estado do Piauí. No entanto, em alguns casos, o esforço do estudante, aliado a um empurrãozinho extra de bibliotecas públicas como a Abdias Neves, do São João, entre outras, aproxima ainda mais o jovem ao acesso a curso superior.
Para Marta Maria Alves, de 17 anos, o histórico escolar foi diferente do convencional. A garota estudou a vida toda em colégios públicos e acaba de ser aprovada, em primeira viagem, nos vestibulares da Universidade Federal do Piauí e da Universidade Estadual do Piauí, as únicas para as quais fez teste de admissão.



Um dos motivos é que ela, muito esforçada e estudiosa, abdicou de várias atividades para dedicar-se exclusivamente ao temido vestibular, passando horas de seu dia sentada nas mesas da Biblioteca do São João, mantida pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves.

Odontologia na UFPI pelo PSIU (Programa Seriado de Ingresso à Universidade), enfermagem na UFPI pelo ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e enfermagem na UESPI. São os cursos em que Marta tentou e obteve aprovação. Outros consulentes da Biblioteca São João também obtiveram aprovação nas universidades públicas em cursos como direito, computação, jornalismo, biomedicina, biologia, matemática, relações públicas, letras português, pedagogia, economia, história, fisioterapia e geografia.

Entre 80 a 90, às vezes, até 150 consulentes, visitam a biblioteca diariamente, que funciona das 8h às 18h, sem interrupção para almoço. Os frequentadores são moradores desde arredores do bairro São João, como Bairro dos Noivos, até o Dirceu Arcoverde e bairros da zona sul como Três Andares e Cristo Rei, e até mesmo de outras cidades, como Altos e José de Freitas.
A biblioteca possui um acervo com 30 mil exemplares, entre livros infantis, técnicos, periódicos e enciclopédias, além da assinatura da Revista Superinteressante, tudo adquirido exclusivamente por meio de doações. “Nosso acervo é renovado graças a doações, pedimos a todos que não deixem livros em desuso. Livro fechado é livro morto. É essa doação que possibilita o nascimento de novas ‘Martas Marias’”, pede Rosângela Mendes, coordenadora da biblioteca.

Fonte: 180 graus

PI - Censo revela que sobram 400 vagas em universidade públicas no Piauí

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 0 comentários
Portal az
Todos os anos, os vestibulares promovidos pelas Universidades Federal (UFPI) e Estadual (Uespi) do Piauí se superam no número de inscritos. São milhares de estudantes em busca da tão sonhada vaga na rede pública de ensino superior. Entretanto, muitas dessas vagas oferecidas continuam sem preenchimento. Em 2009, por exemplo, foram quase 400 que ficaram sem receber matriculas.

O número é do mais recente Censo do Ensino Superior, divulgado ontem pelo Ministério da Educação (MEC), e representa 3,6% do total de vagas públicas oferecidas pelas duas instituições de ensino superior no Piauí. A maior parte da ociosidade está na UFPI, onde estão mais de 90% das vagas não preenchidas naquele ano. Já nos Institutos Federais, que também oferecem curso superior, as matriculas ultrapassam o número de vagas.

No entanto, a taxa de ociosidade é ainda maior na rede privada do Piauí, onde sobraram 60,4% das quase 20 mil vagas abertas em 2009. A maioria das instituições tem autonomia para ampliar vagas e abrir novos cursos, mas a maior parte acaba não sendo preenchida. O censo também mostra queda no número de matrículas em cursos particulares, foram 11 mil a menos que em 2008. Ainda assim, os alunos das privadas representam 43,6% do total.

Mas, a ociosidade de vagas, principalmente na rede pública superior, não é exclusividade do Piauí. No país todo sobraram naquele ano 39,5 mil vagas, sendo 9,8 mil delas só em São Paulo. Segundo Milton Linhares, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE). "Dificilmente sobram vagas nos cursos mais elitizados, como Medicina, Direito. Talvez, grande parte das vagas não preenchidas esteja nas licenciaturas e Pedagogia", explica.