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Museu do Piauí - a casa da memória

quarta-feira, 22 de maio de 2013 0 comentários

 'Casa de Odilon Nunes mantém viva história do Estado através de rico acervo e investe na dinamização de suas atividades.'


Fonte: C. Santiago
   Com 78 anos de existência, o Museu do Piauí continua como uma instituição de referência na preservação da memória do Estado. Fundado em 1934, o Museu surgiu a partir de uma seção do Arquivo Público, passando, em 1980, a abrigar o seu acervo no casarão de traços neoclássicos da Praça Marechal Deodoro da Fonseca, sua sede atual. Desde então, o Museu vem ampliando o seu acervo e mantendo o compromisso com a preservação do patrimônio histórico e cultural piauiense.

O Museu da História da Computação

sábado, 5 de fevereiro de 2011 0 comentários
O Museu da História da Computação, dono do maior acervo de aparelhos eletrônicos de antes e depois da invenção do PC, acaba de se mudar para onde grande parte da história da tecnologia digital no século 20 se passou – o Vale do Silício. A instituição, que foi criada nos anos 70 para abrigar a coleção pessoal de Gordon Bell, da Microsoft, agora, fica na vizinhança do Google, em Mountain View, na Califórnia.
Entre as preciosidades em exposição permanente estão os primeiros servidores usados pelo futuro gigante das buscas, com os fios todos enrolados e prestes a entrar em curto-circuito. O ex-CEO da empresa, Eric Schmidt, que entrou no Google na transição entre startup promissora e maior das companhias de internet, faz parte do conselho do projeto, junto de ilustres como Linus Torvalds (criador do Linux), Steve Wozniak (cofundador da Apple) e Tim Berners-Lee (o pai da web), entre outros.
Tanto os figurões quanto as grandes empresas de tecnologia da área adotaram o museu. Até porque ele arquiva documentos, aparelhos e equipamentos raros que, juntos, reconstroem a história recente da inovação – principalmente, a explosão do microcomputador pessoal, o barateamento do arquivamento de dados e a internet.
Foi principalmente por causa de uma doação de Bill Gates – nada menos que US$ 15 milhões – que o projeto conseguiu se reciclar, adquirir novos artefatos e mudar-se para uma gigantesca sede de US$ 19 milhões ao lado do Googleplex.
“Temos a coleção mais importante de computadores históricos, hardware, software, vídeos, filmes, gravações de áudio e manuais técnicos. São mais de 100 mil objetos”, afirma Dag Spicer, curador do Computer History Museum em entrevista ao Link.
Segundo Dag, a grande dificuldade de gerenciar o local é saber quais os produtos que, mesmo recentes, merecem ou não o rótulo de “históricos”. “Por isso, esperamos dez anos antes de aceitar um objeto novo no acervo”, explica.
Reaberto no começo de 2011, o museu abriga uma exposição sobre os primeiros 2 mil anos da computação, “do ábaco ao iPod”. A mostra explica como os humanos lutaram para dominar o mundo através do cálculo e, durante o processo, criar coisas novas e inesperadas de inteligência e beleza excepcionais”, conclui.


Netscape.
 O navegador do disquete (1994) dominou a internet antes do Explorer



ENIAC.
 Computador pago pelo Exército dos EUA era todo eletrônico já em 1946



Apple 1.
 Steve Wozniak inventou, em 1976, o computador pessoal



Apple 2.
 Foi o primeiro microcomputador pessoal bem-sucedido nas vendas

Google apresenta sistema de acesso a arquivos do Holocausto

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 1 Comentário


Sistema permitirá o acesso de 130 mil fotografias dos arquivos do Museu do Holocausto.


Sistema permitirá o acesso de 130 mil fotografias dos arquivos do Museu do Holocausto. Foto: EFE


O novo sistema, chamado Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR, na sigla em inglês), foi apresentado pelo diretor do Museu do Holocausto, Avner Shalev, e o diretor-executivo da Google em Israel, Yossi Matias.

Os dois reforçaram a importância da iniciativa, anunciada na véspera do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, para que não se esqueça do massacre de 6 milhões de judeus pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Em entrevista coletiva, Shalev explicou que um dos objetivos da instituição que preside "é a busca de formas inovadoras para que a enorme quantidade de informação de nossos arquivos esteja acessível a um público cada vez maior".

Afirmou ainda que nesse empenho "o Google é uma parceira que vai nos ajudar a chegar às novas gerações, a um público jovem". "Trabalhamos para levar à rede a herança cultural e a história do mundo", disse Matias.
Funcionários do Google e do museu esperam que a internet ajude a manter viva a lembrança da tragédia judaica, e que também possa agregar novas informações sobre o tema. "Há muitas histórias importantes por aí. Se não as capturarmos, elas podem se perder", disse Matias. Para evitar isso, sempre que as pessoas digitarem no Google o nome de vítimas do Holocausto, elas serão encorajadas a acrescentar ao arquivo detalhes que possuam sobre essas pessoas, ajudando a identificar fotos, por exemplo.

Em uma primeira fase, o novo sistema permitirá o acesso em alta resolução de 130 mil fotografias de vítimas do massacre nazista, que podem ser localizadas através dos arquivos do Museu do Holocausto, conhecido também por seu nome em hebraico, Yad Vashem.

O museu também está recorrendo a redes sociais, como o Facebook, onde uma página especial do memorial foi disponibilizada nesta semana por ocasião do dia anual de memória do Holocausto. Shalev disse que "não se trata só de não esquecer, mas de sermos ativos" na busca por mais informações sobre o assunto.

Museu do Futebol. Venha nessa você também

sexta-feira, 11 de junho de 2010 0 comentários




O Museu do Futebol é dirigido pelo Instituto da Arte do Futebol Brasileiro (IFB), uma organização social sem fins lucrativos em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.

O IFB é responsável pela gestão do Museu do Futebol e deve zelar pelo patrimônio, funcionamento e equipe de trabalho da instituição.



Nossos objetivos são:
  • Salvaguardar e aprofundar conteúdos relacionados ao futebol, mapeando indicadores de memória, atualizando a pesquisa histórica de seu desenvolvimento, bem como sua manifestação contemporânea. Valorizamos diversos registros da prática do esporte nos âmbitos profissional e amador, e enfocamos a sua manifestação no cotidiano, ou seja, no vocabulário, na corporalidade, nos ritos, nas maneiras de ver, torcer, se emocionar e de classificar pessoas, ações e objetos; 

  • Comunicar ao público os conteúdos sob a forma de exposições, palestras, cursos, oficinas, eventos, publicações, ações educativas intra e extra-muros. A partir desse leque de atividades comunicativas, almejamos tornar públicas e acessíveis, as reflexões acerca do tema futebol.
    O Museu do Futebol é um museu da história do Brasil. Uma história que tornou o futebol uma das mais reconhecidas manifestações culturais do país. O povo brasileiro se apropriou do futebol, apaixonadamente. No Museu, vamos entender como o futebol, um esporte inglês, branco e de elite aos poucos ganhou novos traços: tornou-se brasileiro, popular, mestiço e parte importante da nossa cultura.
 http://www.museudofutebol.org.br/historia/sobre-o-museu/pontape-inicial


'For'. Raimundo Nonato.